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Escândalo nas estradas: caminhoneiro catarinense é brutalmente agredido por funcionários de posto

Um episódio chocante de violência foi registrado em plena rodovia: o caminhoneiro Evander Maurílio Godinho, de 62 anos, natural de São Joaquim (SC), foi cruelmente agredido em um posto de combustíveis enquanto descansava em sua cabine. O crime ganhou repercussão nacional e revolta nas redes sociais.

Cercado e atacado por dezenas

De acordo com relatos e imagens que circulam nas redes sociais, Evander foi cercado por cerca de 10 a 14 homens — supostamente funcionários do estabelecimento — que invadiram sua cabine, o retiraram à força e o atacaram com socos e agressões físicas.

Vídeos mostram o momento em que um frentista sobe na cabine e desfere socos, enquanto outros o seguram e arrastam para fora. Ele caiu no chão e ficou ferido, especialmente na cabeça.

Testemunhas afirmam que o conflito começou porque Evander não pôde realizar o abastecimento no horário exigido pelo posto, algo que teria motivado a ação agressiva dos funcionários.

O caminhoneiro, que trabalha há oito anos na transportadora Fontanella, foi surpreendido enquanto dormia na cabine do veículo — local onde costumava repousar durante paradas.

Consequências graves e repercussão

Evander foi levado a um hospital para receber atendimento médico. As imagens da agressão chocaram a opinião pública e geraram uma onda de indignação nas redes sociais.

A transportadora Fontanella divulgou nota oficial repudiando a violência sofrida pelo motorista e afirmou que irá tomar todas as medidas legais cabíveis para responsabilizar os agressores.

Ainda não há posicionamento oficial do posto de combustível sobre a agressão.

Por que esse caso é um alerta

  • Violência institucionalizada: o episódio evidencia que, em pleno exercício da profissão, um caminhoneiro pode ser alvo de ataques violentos por não cumprir exigências arbitrárias de estabelecimento.
  • Desproteção nas estradas: motoristas, muitas vezes isolados durante suas rotas, ficam vulneráveis à agressão em locais que deveriam oferecer segurança e serviço.
  • Impunidade possível: sem uma resposta firme das autoridades e da sociedade, casos como esse podem se repetir, estimulados pela ausência de punição.

Esse é um caso que exige atenção — para quem roda nas estradas, para a sociedade civil e para o poder público. Que investigações rigorosas sejam feitas, que os responsáveis sejam punidos com rigor e que Evander obtenha justiça e reparação.

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