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Obra para fechar cratera na BR-116 na Bahia vai até 14 de março

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Resumo

  • Obras emergenciais para fechar cratera na BR-116, entre Serrinha e Teofilândia, na Bahia, foram ampliadas.
  • Previsão agora é entrega apenas no sábado (14/03).
  • O problema teve início na terça (03/03), quando o pavimento cedeu durante chuvas intensas.

 

As obras emergenciais para reparo da cratera formada na BR-116, entre Serrinha e Teofilândia, no interior da Bahia, foram ampliadas e o prazo de interdição parcial da rodovia segue até sábado (14/03). O problema teve início na terça-feira (03/03), após parte do pavimento ceder devido às chuvas intensas que atingiram a região.

Detalhes da obra e intervenções realizadas

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que, após reavaliações técnicas, identificou-se a necessidade de uma intervenção estrutural mais ampla do que a inicialmente prevista. A intervenção inclui:

  • Reconstrução completa da área afetada pela cratera;
  • Implantação de um novo sistema de drenagem;
  • Instalação de um bueiro celular de concreto com seção aproximada de 2,20 metros, em substituição ao antigo bueiro tubular de cerca de um metro de diâmetro, que rompeu;
  • Recomposição do aterro da rodovia;
  • Proteções hidráulicas para garantir estabilidade da estrutura reconstruída.

O trânsito no local está operando em meia pista com controle operacional e sinalização. Os veículos que trafegam no sentido Euclides da Cunha – Feira de Santana utilizam a pista preservada. Já no sentido contrário, os motoristas passam por uma via lateral não pavimentada, improvisada ao lado da rodovia.

Após a primeira fase da obra, o DNIT demolirá o trecho da pista atualmente intacto para continuar a implantação da nova estrutura, momento em que o tráfego sentido Euclides da Cunha – Feira de Santana será feito pela pista recém-construída.

Contexto do problema e ações preventivas

De acordo com o Dnit, a cratera foi provocada pelo rompimento do bueiro tubular existente, provocando erosão e colapso parcial do aterro da rodovia. A dimensão do problema requer soluções duradouras para evitar novos incidentes, considerando as fortes chuvas recentes na região.

 

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