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No Rio, cidade limita rotas para carretas

Agente de trânsito sinaliza parada de caminhão azul em via urbana durante fiscalização.

A Prefeitura de Campos dos Goytacazes (RJ) iniciou uma operação para limitar a entrada de veículos de grande porte nas vias mais sensíveis da cidade. As carretas com mais de 4 eixos e os bitrens que precisam acessar a Estrada do Ceramista são os principais focos da operação. A ideia é mostrar rotas alternativas e evitar que tais veículos sigam a orientação do GPS.

Estrada fundamental está com obras atrasadas

A medida ocorre devido ao atraso na conclusão das obras da Estrada do Ceramista (RJ-238). A rodovia estadual tem aproximadamente 12 quilômetros, conecta a BR-101 ao Porto do Açu e é fundamental para a logística da indústria cerâmica da região. 

Mas desde junho de 2025, a estrada funciona em sistema de pare e siga, devido à obra que já dura mais de dois anos. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) previu inicialmente a entrega da obra para dezembro de 2025, mas agora a conclusão ficou para o primeiro semestre de 2026.

Contexto e principais orientações

Segundo a prefeitura, a malha viária urbana do município não foi projetada para suportar o tráfego pesado, causando riscos de segurança e deterioração das vias. Por isso, a Guarda Civil Municipal (GCM) atua em pontos estratégicos para redirecionar os caminhoneiros. 

Posicionados no trevo de acesso à Avenida Nilo Peçanha da BR-101, os agentes orientam os condutores a utilizarem a Avenida Arthur Bernardes para acessar a Estrada do Ceramista, evitando a região central da cidade. 

No trevo das Praias, a orientação é para que os motoristas de carretas evitem a Avenida Alberto Lamego, cujo pavimento está sofrendo grandes danos devido ao excesso de veículos pesados, e usem a Avenida Presidente Kennedy como rota alternativa.

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