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Rota 2 de Julho, de concessão de BRs na Bahia, avança

Fila de carros e caminhões aguarda atendimento em praça de pedágio com várias cabines abertas.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou o envio do projeto Rota 2 de Julho para análise do Tribunal de Contas da União (TCU). O projeto prevê a concessão das rodovias BR-116 e BR-324, na Bahia.

Detalhes da aprovação e encaminhamento ao TCU

A aprovação do projeto pela diretoria da ANTT representa um passo decisivo para licitar a concessão dessas duas importantes rodovias federais no estado da Bahia. O projeto “Rota 2 de Julho” estabelece as diretrizes para a concessão para modernizar a infraestrutura rodoviária, promover melhorias na mobilidade e garantir maior segurança ao tráfego na região.

O encaminhamento ao TCU é etapa obrigatória para análise de aspectos técnicos, jurídicos e econômicos, com o objetivo de garantir transparência e eficiência no processo. Após o aval do TCU, o edital de licitação será publicado para a escolha da concessionária que assumirá a administração das rodovias.

Contexto e importância das rodovias BR-116 e BR-324

A BR-116 é a principal via longitudinal do país, cortando diversos estados e ligando regiões importantes para o transporte de cargas e passageiros. Na Bahia, esta rodovia é fundamental para o escoamento da produção agrícola e industrial.

A BR-324 conecta a capital baiana, Salvador, ao interior do estado, sendo essencial para o desenvolvimento econômico e logístico da região. As melhorias previstas com a concessão prometem promover maior fluidez no trânsito, redução de acidentes e oferta de serviços de qualidade aos usuários.

Impactos para os caminhoneiros e usuários das rodovias

A concessão de trechos da BR-116 e BR-324 deve resultar em:

  • Melhorias na pavimentação e sinalização;
  • Ampliação das áreas de descanso e pontos de apoio para caminhoneiros;
  • Maior segurança com a implementação de dispositivos eletrônicos e equipes de monitoramento;
  • Serviços de atendimento emergencial e socorro rodoviário mais ágeis;
  • Possibilidade de redução de custos operacionais devido à menor incidência de acidentes e melhor fluidez no tráfego.
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