Era para ser só um cochilo rápido. Vi um posto adiante. Luz amarela, letreiro antigo, daqueles que parecem sobreviver desde quando a estrada não tinha asfalto. ...
Eu conheci o estranho num posto de parada que eu jurava que já tinha visto antes — mas não lembrava de existir exatamente naquele lugar. ...
Quem roda com carga sabe. Horário esquisito nunca é à toa. Tem entrega de madrugada por causa de fila, de terminal, de sigilo. E porque ninguém quer ser visto. Nem ver. ...
Eu estava num posto grande, beira de rodovia, em Goiás, daqueles lugares que têm de tudo e tinha acabado de abastecer quando ela apareceu....
Ele sempre aparece no mesmo trecho. Não importa se é verão ou inverno, se o céu tá limpo ou carregado, se eu tô puxando grão, aço, bebida ou carga seca. Entre duas curvas longas de BR, onde o eucalipto faz parede e o acostamento parece largo demais pro lugar....
Em mais um conto da boleia, um caminhoneiro relembra a viagem em que puxou uma carga lacrada pesada demais para o que dizia o papel. Entre alertas velados, ruídos inexplicáveis no baú e uma entrega rápida e estranhamente silenciosa, a estrada mostra que nem toda carga foi feita para se...
Em um conto carregado de tensão e memória, um caminhoneiro narra a experiência vivida em um trecho que oficialmente não existe: o KM 666. Entre silêncio absoluto, marcas estranhas no asfalto e um encontro impossível, a estrada revela que nem tudo o que está no mapa corresponde ao qu...


















