Resumo
- Pedágio sobe a partir de 1º de julho em mais de 30 rodovias do estado de São Paulo, com reajuste de 4,72%.
- Em alguns trechos, porém, a tarifa vai cair.
Caminhoneiros que trafegarem pelas rodovias de São Paulo sentirão o impacto no bolso a partir desta quarta-feira (1º). As tarifas de pedágio terão reajuste de 4,72% em boa parte das estradas administradas por concessionárias do estado.
O reajuste será aplicado nas concessionárias da primeira e da segunda fases do Programa Estadual de Concessões, além das administradoras do Rodoanel Oeste, SPMAR e Rodovia dos Tamoios.
Já as concessões mais recentes seguem outro calendário. Nesses contratos, o reajuste acontece na data de aniversário da assinatura da concessão. A concessionária Entrevias, por exemplo, fará o reajuste somente em 6 de julho.
Não é culpa do Siga Fácil
Apesar da expansão do sistema de pedágio eletrônico Siga Fácil, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) esclarece que o aumento não tem relação com a nova tecnologia.
O reajuste ocorreria da mesma forma, mesmo sem os pórticos eletrônicos, porque faz parte da revisão anual prevista nos contratos assinados pelo Governo de São Paulo.
O Siga Fácil apenas muda a forma de cobrança. Em vez das tradicionais praças de pedágio, os veículos passam por pórticos eletrônicos sem precisar parar.
Quem possui tag tem a cobrança feita automaticamente. Já quem não utiliza o dispositivo pode pagar depois, com identificação da placa do veículo. O prazo para quitar a tarifa é de até 30 dias após a passagem.
Nem todo pedágio vai subir
Apesar do reajuste geral, alguns motoristas terão uma boa notícia. Na concessão da Rota Mogiana, por exemplo, a tarifa da praça de Jaguariúna cairá pela metade, passando de R$ 17,60 para R$ 8,80 a partir de 1º de julho. Outras praças da região também poderão registrar redução, conforme as regras do contrato.
Tamoios terá índice diferente
A Rodovia dos Tamoios é a única exceção entre as concessões. Inicialmente, a homologação prevê reajuste de 5,08%.
Isso acontece porque o contrato utiliza o IPCA de junho, indicador que só será divulgado pelo IBGE durante o mês de julho. Depois da divulgação oficial, a Artesp fará uma nova conferência para verificar se será necessário ajustar o percentual.











