Resumo
- Cerca de 65% dos pneus de caminhões e ônibus passam por reforma no Brasil, reduzindo custos e aumentando a vida útil das carcaças.
- A prática evita desperdícios, reduz emissões de CO₂ e fortalece a sustentabilidade no transporte, segundo a Associação para o Desenvolvimento do Transporte e da Logística (ADTL)
A reforma de pneus segue como uma das principais ferramentas de economia para transportadoras e caminhoneiros no Brasil. Pneu reformado pode custar até 70% menos que um novo, mantendo desempenho semelhante quando passa por processos adequados. Uma alternativa eficaz contra pneus desgastados, danificados ou deformados, que aumentam o risco de acidentes.
A Associação Brasileira da Reforma de Pneus (ABR) calcula que cerca de 65% dos pneus utilizados em caminhões no país são reformados, o que ajuda a reduzir os custos da operação e aumenta a vida útil das carcaças.
Para o presidente da Associação para o Desenvolvimento do Transporte e da Logística (ADTL), Selmo Umberto Pereira, a reforma de pneus se tornou uma ferramenta estratégica para manter a competitividade do transporte rodoviário.
“O pneu representa um dos maiores custos de manutenção da frota. Quando a reforma é feita com qualidade e dentro das normas de segurança, o caminhoneiro consegue reduzir despesas, aumentar a vida útil da carcaça e manter o veículo rodando com mais eficiência. Além da economia, existe um importante ganho ambiental ao evitar o descarte precoce de pneus e reduzir o consumo de matérias-primas”, analisa.
Os números mostram a importância da atividade. Em 2019, a reforma de pneus gerou uma economia estimada em R$ 7 bilhões para o transporte de cargas e passageiros.
A relevância da reforma acompanha o peso do transporte rodoviário no país. Atualmente, cerca de 58% das cargas brasileiras circulam por rodovias, enquanto 80% do transporte público depende diretamente dos pneus.











