Resumo
- Com número de pedidos crescendo quase 35%, comércio eletrônico aumenta a demanda por transporte e faz empresas buscarem novas rotas.
O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 208 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 16,9% em relação ao mesmo período do ano passado. E o número de pedidos cresceu ainda mais: foram 756 milhões, aumento de 34,8%, segundo levantamento da Confi, por meio da Neotrust e da Aftersale, em parceria com o E-Commerce Brasil.
Para o transporte rodoviário de cargas, isso significa mais mercadorias circulando e novas oportunidades de frete. Cada compra feita pela internet precisa passar por centros de distribuição, transferências e entregas até chegar ao consumidor.
E o movimento deve continuar forte no segundo semestre. A previsão é de R$ 254 bilhões em vendas online no segundo semestre, crescimento de 20% em relação ao mesmo período de 2025.
O crescimento do e-commerce também está fazendo transportadoras tradicionais diversificarem seus negócios. Empresas que antes atuavam principalmente com siderurgia, indústria ou agronegócio estão investindo em veículos e estruturas específicas para atender às compras pela internet.
Para o caminhoneiro, a mudança mostra que as cargas acompanham os novos hábitos de consumo. Com mais gente comprando pela internet, o e-commerce ganha espaço e pode abrir novas rotas e oportunidades para quem vive na estrada.













