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Iveco é vendida à Tata Motors, enquanto sua unidade de defesa vai para a Leonardo

Caminhão Iveco S-Way prata puxando carreta com lonas, em movimento em uma rodovia ao entardecer.

A Iveco acaba de anunciar uma grande mudança: a sua divisão de veículos comerciais foi vendida para a Tata Motors, uma das maiores montadoras da Índia. Já a área de defesa, responsável por veículos militares como o Guarani, produzido em Sete Lagoas (MG), foi negociada com a empresa italiana Leonardo.

O valor total da venda gira em torno de R$ 36 bilhões, divididos entre os dois negócios.

O que muda para o Brasil?

A fábrica de Sete Lagoas (MG) — onde são fabricados caminhões, ônibus e veículos blindados — seguirá funcionando normalmente. A empresa também garantiu que não haverá demissões nem mudanças imediatas nas operações locais. A marca Iveco continuará existindo e sendo utilizada por pelo menos dois anos.

Entenda a divisão:

  • A Tata Motors ficará com os caminhões, ônibus e veículos comerciais.
  • A Leonardo assumirá o controle da Iveco Defence Vehicles (IDV), responsável pelos blindados militares.

O modelo Guarani, usado pelo Exército Brasileiro, continuará sendo produzido em Minas Gerais sob comando da nova estrutura.

Por que isso é importante?

A Iveco é uma marca importante no transporte de cargas no Brasil e na América Latina. A entrada da Tata Motors promete trazer mais investimentos e expansão global. Já a separação da área de defesa permite que a Iveco foque ainda mais em soluções para o transporte civil e comercial.

Quando tudo será finalizado?

A venda da unidade de defesa deve ser concluída até março de 2026. Já a negociação com a Tata Motors será finalizada ainda em 2026, após todas as aprovações regulatórias.

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